Como um fantasma que se refugia
Na solid茫o da natureza morta,
Por tr谩s dos ermos t煤mulos, um dia,
Eu fui refugiar-me 谩 tua porta!
Fazia frio e o frio que fazia
N茫o era esse que a carne nos conforta.
Cortava assim como em carni莽aria
O a莽o das facas incisivas corta!
Mas tu n茫o vieste ver minha Desgra莽a!
E eu sa铆, como quem tudo repele,
- Velho caix茫o a carregar destro莽os -
Levando apenas na tumbal carca莽a
O pergaminho singular da pele
E o chocalho fat铆dico dos ossos!
Augusto dos Anjos
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Fl谩via Dellamura
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flavia@ateus.net
O 贸dio 茅 meu 煤nico v铆cio
O desprezo 茅 minha 煤nica virtude
O nada, meu 煤nico ideal
A.D.C