Paraíso Niilista – O Vazio e o Nada se encontram


 
Seção Reflexões
 

uma eternidade de dor

Será que alguém gostaria de ser eterno? Bem, certamente não neste mundo. Viver eternamente parece mais uma definição de inferno do que de céu – uma existência eterna seria insuportável; a vida não parece tão boa a ponto de a desejarmos eterna. Aliás, a morte, em boa hora, certamente é algo desejável – neste particular, como salientou Schopenhauer, esta vida “é uma tarefa que precisamos realizar com tanto esforço que, por fim, involuntariamente, ansiamos pelo descanso. Neste sentido, a expressão defunctus est é um belo modo de dizer que a tarefa terminou”.
André Díspore Cancian
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[última atualização: 15/11/2015]
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