Paraíso Niilista – O Vazio e o Nada se encontram


 
Seção Poemas
A minha vida é como se batessem nela
 
 
[André Díspore Cancian]
minha garota
miopia
abismo
passagem
sentido
megalografia
criança
eremita
escolhas
felicidade
loucura
luta
máscara
sentimento
silêncio
solidão
transição
vida
ausência
esperança
irrazão
nihil
pedra
saudade
sonhos
tédio
sentença
sombra
liberdade
covarde
divagações
nada
eternamente
grãos
ilusões
acaso
 
[Augusto dos Anjos]
A esperança
Versos íntimos
 
[Chico Buarque]
À flor da pele
Agora falando sério
Até pensei
Cara cara
Construção
Deus lhe pague
Fortaleza
Olha Maria
Pedro pedreiro
Qualquer canção
Roda viva
Vai trabalhar, vagabundo
 
[Fernando Pessoa]
Aniversário
Insônia
Lisbon revisited
O mistério das coisas
Poema em linha reta
Se te queres matar
Tabacaria
 
[Flávia Dellamura]
Meus pêsames
Onde o tempo passa lento
Sinto muito
Você gostaria que o dia se repetisse?
 
[Humberto Gessinger]
Alívio imediato
Outras freqüências
Quanto vale a vida
Sob o tapete
 
[Manuel António Pina]
Neste preciso tempo, neste preciso lugar
 
[Miguel Torga]
Depoimento
 
[Thiago Henrique Abrahão]
Eu sei
O Paraíso Niilista
Silberblick
Vox faucibus haesit




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[última atualização: 15/11/2015]
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